Na Sexta Feira passada, eu tive a oportunidade de participar no módulo final do programa PGLEi, organizado e conduzido por três pessoas do Grupo Sleutjes: Daine, Rachel e Alfonso, com o apoio ‘de fundo’ de Marcelo Balazina. Participaram do programa um grupo de 36 pessoas de 9 organizações diferentes e neste módulo final cada uma das empresas apresentou o resultado do seu processo de mudança.

Foto dos participantes do PGLEi 2018.

Foi muito tocante ver o entusiasmo dos participantes e ouvir quais mudanças o processo trouxe para as empresas e também o significado para as pessoas envolvidas. Na parede havia um flip com o texto: “O Sucesso não é a chave para a felicidade. A felicidade é a chave para o sucesso.”

Certamente um dos desafios centrais da liderança horizontal é: criar um ambiente e processos em que colaboradores podem se conectar plenamente e dar a sua melhor contribuição para gerar valor para o cliente e para a organização. A fim de apoiar isso, nosso colega Marcelo Balazina desenvolveu alguns anos atrás um programa especial: o PGLEi = um programa que desenvolve de forma integrada Gestão, Liderança e Empreendedorismo. O princípio direcionador é que cada colaborador é um líder no seu campo de trabalho e que ele, junto com seus colegas, é totalmente capaz de assumir plena responsabilidade pelo trabalho que faz e pelos resultados que gera, desde que o seu líder cria as condições e delega plenamente.

Isso acontece quando equipes autônomas são formadas que tem um objetivo comum, metas para cumprir, claros processos de trabalho, indicadores, um conjunto de ferramentas de auto-gestão e um ritmo de breves reuniões para checar os indicadores e criar melhoria nos processos. Em outras palavras, a tarefa do planejar, controlar e melhorar rotinas fica totalmente nas mãos da equipe, de forma que o gestor fica livre para se dedicar a outras prioridades.

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Isso significa uma mudança radical na organização, que requer um processo próprio. Marcelo apoiou várias organizações, que participaram no programa PGLEi, em que cada uma levou para sua prática o que tinha sido trabalhado em cada módulo. Desta forma um processo de mudança acontece passo a passo.

Uma grande descoberta foi a importância de clientes aprender uns dos outros. A primeira experiência foi o impacto que houve quando clientes interessados visitaram organizações que já iniciaram há alguns anos com as equipes autônomas: Hospital Santa Filomena, Terra viva, Sítio Barreiras, Beach Park. Ao ver e ouvir a experiência prática (tanto avanços como falhas) destas empresas o visitante se convenceu e decidiu pelo início da mudança na sua própria organização.
Uma segunda descoberta foi o impacto de várias organizações fazendo o programa juntos e aprendendo umas com as outras, seus sucessos e falhas. No PGLEi que visitei, pessoas de 9 organizações compartilhavam suas experiências, ficavam inspiradas e ajudadas nas dificuldades do processo que estavam fazendo.

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Daine e Rachel estão participando do Master Liderança Horizontal. Elas mostraram como liderança horizontal pode se tornar visível quando pessoas mudam, trabalhando de forma autônoma em equipe, com responsabilidade direta pelos seus processos e resultados, vendo o sentido do que estão fazendo para o seu cliente. Elas mostraram como o cuidar por valores humanos e atingir níveis de excelência e resultados podem acontecer no mesmo processo de mudança.

Holambra, 14 de dezembro de 2018
Hermanus J Meijerink

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